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19/06/2019 | Boas Práticas de Fabricação, Indústria de Alimentos

Controle de Pragas - Como montar este

A Empresa prestadora de serviços no Controle de Pragas deve ter um corpo técnico que realmente conheça o “funcionamento” de seu cliente, ou seja, ela deve estar sempre antecipando os possíveis problemas com pragas que fatalmente podem surgir e assim realizar de forma eficiente o controle, minimizando os problemas com infestações e consequentemente problemas com o consumidor final dos produtos.
Por
Virgínia Kieling Steiger
Diretora e Responsável Técnica da CONTRAG – Consultoria, Treinamento e Controle de Pragas LTDA.
Controle de Pragas - Como montar este
O Controle de Pragas é, sem sombras de dúvidas, um item extremamente importante a ser implementado nas Empresas que produzem e/ou manipulam alimentos. Entretanto para que ele seja efetivo e auxilie na qualidade do que é produzido (juntamente com todos os procedimentos adotados nas linhas de produção, deste a recepção da matéria-prima até a expedição do produto acabado) deve contar com alguns pré-requisitos que vão além de cumprir com as diretrizes que dispõe sobre o funcionamento de empresas especializadas na prestação de serviço de controle de vetores e pragas urbanas (RDC 52).
A Empresa prestadora de serviços no Controle de Pragas deve ter um corpo técnico que realmente conheça o “funcionamento” de seu cliente, ou seja, ela deve estar sempre antecipando os possíveis problemas com pragas que fatalmente podem surgir e assim realizar de forma eficiente o controle, minimizando os problemas com infestações e consequentemente problemas com o consumidor final dos produtos.
Sendo assim, neste “quebra cabeças” não podem faltar algumas  “peças” importantes  durante a “montagem” e execução do Programa de Controle de Pragas  pois  garantirão a qualidade dos resultados. 
A) DOCUMENTAÇÃO: deve atender todas as necessidades do cliente, ou seja, deve ser desenvolvida exclusivamente.
B) PROGRAMA DE CONTROLE: deve ser descrito por Responsável Técnico habilitado que conheça realmente os problemas do Cliente. Para isso é necessário que ele seja desenvolvido adequadamente com inspeções prévias e análises dos tipos e pragas, sazonalidade das ocorrências destas pragas, avaliação das áreas vizinhas, relação entre o que é produzido X pragas associadas, além de outras evidencias que podem ser coletadas com a análise prévia do local antes de se iniciar as operações para o controle de infestações.
C) DAS OPERAÇÕES DE ROTINA: devem ser organizadas e planejadas pelo Responsável Técnico, que repassa as informações aos operadores para que as executem da melhor forma possível garantindo o controle e minimizando riscos de contaminação ao que é produzido e aos colaboradores do Cliente.
D) DAS OPERAÇÕES DE DESINSETIZAÇÃO DE GRANDE PORTE NO CLIENTE (DESINSETIZAÇÕES ESTRUTURAIS): do mesmo modo, a organização deste trabalho deve ser realizada pelo Responsável Técnico que necessita levar em consideração as peculiaridades do Cliente. Além disso, o acompanhamento eventual destas operações por este profissional é de extrema importância, pois garantirá, efetivamente, a qualidade do Programa que está sendo desenvolvido. Também fornecerá importantes dados para as análises dos relatórios de resultados mensais e de indicadores de desempenho (KPI), mostrando a real situação no que diz respeito às ocorrências de Pragas e necessidades de melhorias tanto em seu trabalho como no Cliente. 
 
Um bom Programa de Controle de Pragas acontece com a constante análise de dados, muita informação/comunicação e acompanhamento. 

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