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27/08/2017 | Legislação para alimentos e bebidas

Alimento Seguro

A segurança de alimentos está em alta, considerando que o consumo de alimentos no mundo irá dobrar na próxima década, o consumidor cada vez mais atento e exigente, doenças como alergias alimentares e intolerâncias a certos grupos de alimentos aumentando e o considerável numero de barreiras sanitárias mundo à fora, não temos mais como negligenciar este tema.
Por
Valesca Bicca Vieira
Sócia Fundadora e Diretora Executiva do Grupo Certifee
Alimento Seguro

A segurança de alimentos está em alta, considerando que o consumo de alimentos no mundo irá dobrar na próxima década, o consumidor cada vez mais atento e exigente, doenças como alergias alimentares e intolerâncias a certos grupos de alimentos aumentando e o considerável numero de barreiras sanitárias mundo à fora, não temos mais como negligenciar este tema.

No Brasil, as primeiras legislações publicadas para Boas Práticas de Fabricação, para Indústria de Alimentos são de aproximadamente 20 anos atrás, para serviços de alimentação (restaurantes, padarias, confeitarias, cozinhas industriais etc.) já tem 12 anos e para produção de alimentos para alimentação animal “Feed” falamos aqui de 10 anos, e agora, pasmem, para algumas empresas isso ainda é novidade.

Enfim, o que é um alimento seguro?

Existem dois conceitos muito importantes e que não podem ser confundidos. Segurança Alimentar é a capacidade do Estado (Governo) de fornecer alimentos para a população, em quantidade e qualidade (fatores nutricionais, qualidade e segurança) suficientes. Segurança dos Alimentos, produção de alimentos livres de contaminantes de origem biológica, química e física que acarrete em “dano” à saúde do indivíduo.

Os perigos, ou seja, estes agentes de origem biológica, química e física estão presentes em múltiplos locais da cadeia produtiva dos alimentos, podem vir do campo, tais como pesticidas e drogas veterinárias, das etapas de transporte, falha de controle de temperatura, por exemplo, favorece a multiplicação de bactérias patogênicas, da indústria, contaminações cruzadas de superfícies de contato para os alimentos, do manipulador para o alimento, entre tantas outras, centros de distribuição são um grande gargalo na cadeia produtiva, apresentando sérios problemas para a manutenção da qualidade dos alimentos e por fim nos serviços de alimentos, onde a manipulação tem um efeito direto na saúde das pessoas, considerando que a maioria dos alimentos aqui estão prontos para o consumo, não passando mais por processo térmico, que por fim, poderia reduzir ou eliminar possíveis patógenos prejudiciais a saúde.

Nós profissionais da área observamos que existem três tipos de motivação para as empresas buscarem adequação de seus produtos e processos, quando a fiscalização bate na porta, quando os clientes exigem ou quando, um grupo mais seleto, a Alta Direção entende e prática a “Qualidade” por respeito aos seus clientes e consumidores.

Precisamos como consumidores atentar mais a estas questões, pois como dizia o sábio Hipócrates “que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio" pois alimentos são nossa fonte de vida, entretanto se mal manuseados e não respeitados alguns requisitos básicos de aspectos higiênicos-sanitários podem também serem veículos de doenças. Fique atento!

 

 

 

 

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