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12/08/2017 | Serviços de Alimentação

A implantação das Boas Práticas e algumas realidades nos serviços de alimentação

A implantação das Boas Práticas de Fabricação é um tema que ainda está engatinhando quando falamos em Serviços de Alimentação como Padarias, Confeitarias, Restaurantes, Supermercados, Açougues e Escolas.
Por
Julianne Freitag Mattioni
Nutricionista
A implantação das Boas Práticas e algumas realidades nos serviços de alimentação

A implantação das Boas Práticas de Fabricação é um tema que ainda está engatinhando quando falamos em Serviços de Alimentação como Padarias, Confeitarias, Restaurantes, Supermercados, Açougues e Escolas.

A Nutrição sempre foi uma área que se preocupou muito com a qualidade dos produtos oferecidos principalmente em escolas, hospitais e restaurantes institucionais, locais estes onde a nutrição possui maior inserção. Mesmo tendo esta maior inserção, a legislação RDC 216 de setembro de 2015 e Portaria 78 de 2009, são praticamente umas crianças.

Os profissionais nutricionais e empresas do ramo de serviços possuem conhecimento sobre higienização do local, de equipamentos, utensílios, contaminação cruzada, temperaturas e demais itens. Inclusive muitos colaboradores e nutricionistas já participaram de vários treinamentos. Mas quando falamos em cumprir e registrar aquilo que se encontra na legislação a história muda de figura.

 Os profissionais da área da Nutrição e até áreas afins, sabem da existência e da exigência das leis, mas no momento que ela precisa ser colocada em prática nos deparamos com muitas dificuldades, começando pelos profissionais que necessitam buscar maiores informações para conseguirem elaborar um Manual de Boas Práticas e seus POPs, dificuldade das empresas em aceitar e cumprir e principalmente registrar os itens estabelecidos, ou seja, registrar aquilo que se faz todos os dias nos locais para garantir que o alimento esteja livre de contaminantes.

Desta forma, ainda temos um árduo caminho a trilhar na área de serviços de alimentação, e os responsáveis por estas mudanças serão aqueles nutricionistas, empresários e colaboradores que irão buscar maior conhecimento na área e que entenderem que para fornecer produtos realmente seguros para a população precisamos nos auto responsabilizarmos pelos impactos da não qualidade no consumidor final, na empresa, no funcionário da empresa e na sociedade.

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